FIC

Coral Diadorim

O Coral Diadorim integrante da Associação Brasil SGI – BSGI foi criado em 02 de novembro de 2005 com o objetivo principal de contribuir para a Paz Mundial transmitindo coragem e alegria para todas as pessoas por meio da música em harmonia com a vida. Por meio da música levam a felicidade ao coração das pessoas desafiando e ultrapassando seus limites demonstrando a alegria, e a esperança como uma oportunidade de transmitir através de suas vozes o sentimento de paz e humanismo conforme os ideais do Presidente da SGI Dr. Daisaku Ikeda. O nome Diadorim representa o nome de uma personagem muito famosa em nossa literatura com seu caráter guerreiro e determinado tão bem apresentado por Guimarães Rosa. O nome está ligado a cultura, a arte, ao belo e ao humano. Como Diadorim era menino e menina, o Coral é misto.

Cristiano & Ivo

A dupla de cantores teve sua primeira formação em data de oito de março de dois mil e seis (08/03/2006), com denominação musical BATUK DO FORRÓ, no qual teve dois (02) CD’s gravados. Logo em seguida, veio uma nova formação, com roupagem diferente, com o nome BATUK DO BRASIL, onde foi lançado mais um (01) CD. Na sequência, no ano de dois mil e quatorze (2014), os cantores Antonio Ivo da Silva Rosa e eu Cristiano da Silva Cardoso, resolvemos de fato lançarmos a dupla “IVO & CRISTIANO”, com gravações de músicas autorais e regravações.

Grupo Santa Cruz 

O grupo folclórico Santa Cruz, com sede em Pirapora, foi fundado em 1948 por Patrocinia Lima (dona Patu), Cesário Lima e Lerinda Soares. E dirigido Há 25 anos pelo musico e pesquisador Carlos Roberto do Carmo, no seu repertorio composto por seis danças típicas, o grupo apresenta músicas ribeirinhas do velho Chico; todo ele foi construído a partir da memória dos seus fundadores e da sua principal fonte de inspiração, a mestra Dona PATU, hoje com seus 83 anos, acompanha o grupo em suas apresentações, cantando e dançando quase todo o seu repertorio.

Pepeh Paraguassu Santana

Petronio Santana Filho, (Pepeh Paraguassú), é filho barranqueiro das águas do Velho Chico; nascido na histórica cidade da Barra, Bahia, no encontro do Velho Chico com o rio Verde Grande, desde cedo aprendeu o canto dos barqueiros, vaporzeiros e cantadores de repente do vale do São Francisco, tendo se mudado com toda família aos 08 anos para a grande cidade de Petrolina ao lado da histórica cidade de Juazeiro. BA. onde conviveu musicalmente com a arte e a história do povo nordestino, tendo se apresentado com Jhon Wesley, Mauricola e outros artistas que na época estavam iniciando seu trabalho na região. Aos 17 anos veio de vapor, subindo o rio, para a casa dos avós maternos em Pirapora, onde teve e ainda tem participação ativa na cultura local, seja como cantor e compositor ou como locutor de eventos há aproximadamente 26 anos, exercendo toda a sua cidadania barranqueira em projetos importantes como o Projeto O Canto do Velho Chico realizado em 1987 no grande teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, com a presença de grandes artistas do vale Sanfranciscano, como Markú Ribas, Haroldo Anunciação, Magela, Ivinho Lopes e outros cantores e compositores do grande rio, tendo se apresentado também em Belo Horizonte, no Francisco Nunes, DCE da Católica, Teatro Heloísa Guimarães, Praça da Liberdade e outros espaços da capital mineira.

Vale destacar a participação em três projetos importantes da cultura ribeirinha: O Projeto Para a Barca Andar, realizado em 1989 pela equipe da TV estatal da Áustria e o Grupo Gameleira do Assuruá, de Santo Inácio na Bahia; quando subimos o Rio São Francisco, de Xique-xique BA. até Pirapora MG. em uma lancha “Fofa Barranco” levando às comunidades todo o amor que sentimos pelo Velho Chico e discutindo questões importantes como a sua revitalização e a sua cultura; a questão dos dejetos lançados in natura em suas águas; a sobrevivência do homem ribeirinho através de ações de cidadania e da divulgação de sua cultura em vários meios de comunicação nacional e internacionalmente.

Destaco também a participação no Projeto Museu Fluvial Benjamim Guimarães no ano de 1992, realizado pela Sec. de estado da Cultura com total cobertura da nossa TV Minas, quando saímos de Pirapora, seguindo cidade a cidade pelo rio, até Manga, levando ações nas áreas de saúde, educação, cultura e agricultura familiar.

O Projeto Caminho das Águas 1 e 2 realizados nos anos de 1999 e 2000 pelo Movimento artistas pela Natureza com o apoio do Instituto Manoel Novais e financiado pelo Ministério do Meio Ambiente. Foi de suma importância para a divulgação da sua revitalização e da necessária ação do governo federal em várias áreas e de grande impacto cultural, quando na oportunidade, de Pirapora, MG. até a foz do Velho Chico em Piaçabuçú, AL. levamos a maior bagagem musical do Velho Chico à todas as cidades incluídas no projeto, resultando no trabalho musical gravado em CD Caminho das Águas com as participações de:

Gilberto Gil, Elba Ramalho, Egberto Gismonti, Bené Fonteles, Frei Chico, Josino Medina, Mardem Ramos, Pepeh paraguassú, Rui Anastácio e Participação especial da atriz Lucélia Santos.

Pepeh Paraguassú participou de dezenas de outros projetos importantes que foram realizados no vale Sanfranciscano e também no vale do Jequitinhonha com: Rubinho do Vale, Tadeu Franco, Saulo Laranjeira, Chico Reis, Dércio Marques e tantos outros artistas que fazem a musicalidade do povo brasileiro.

Coral ANSEF/PF – MG

O “Coral ANSEF/PF – MG”, idealizado, instituído e mantido pela Associação dos Servidores da Polícia Federal em Minas Gerais – ANSEF-MG, com total apoio da Superintendência Regional de Polícia Federal de Minas Gerais foi criado em Maio de 2019 e é formado por servidores do referido órgão em Belo Horizonte. Sob a regência do maestro Leonardo Cunha, o grupo tem o objetivo de promover a integração e momentos de leveza, contrapondo às tensões que por vezes ocorrem no trabalho policial. Agora, com a participação no FIC-2019, o Coral ANSEF/PF-MG extrapola os limites funcionais e vai ao encontro do público em geral, pois a música é universal.

Sociedade Musical Carlos Gomes

A Banda Carlos Gomes surgiu em 1895 quando Belo Horizonte ainda era um acanhado arraial, onde as escassas oportunidades de entretenimento praticamente se limitavam às celebrações e festividades religiosas. A música era elemento fundamental nesses eventos e as bandas desempenhavam o papel de agente aglutinador da vida social.

Com este espírito, o arquiteto português Alfredo Camarate organizou a Sociedade Musical Carlos Gomes, cujo nome homenageava um dos grandes compositores eruditos da época. Fundada oficialmente em 11 de julho de 1896, a Banda fez sua estreia poucos meses depois, no dia 24 de setembro, em uma missa. Desde então, a Banda Carlos Gomes se encontra ativa, participando e abrilhantando as atividades sociais, culturais, religiosas e cívicas da nossa cidade de Belo Horizonte.

Atualmente, a banda está promovendo uma apresentação com a temática de músicas de cinema, com o intuito de entreter o público e divulgar o trabalho da Banda. Esta iniciativa visa proporcionar momentos de alegria e cultura para a comunidade.

14 Bis

O 14 Bis foi criado no final de 1979, em Belo Horizonte, oriundo da turma original que se reunia desde muito antes, na garagem da casa dos irmãos Venturini, atrás do grupo Escolar Pedro II, na avenida Pasteur. Era a Pensão da Dona Dalila. No vizinho bairro de Santa Tereza, Lô também crescia em meio ao ambiente de ensaios e música ao vivo que se formara lá em casa, em torno de mim, Marilton, Bituca e nossos agregados. Pianos, violões, contrabaixos, flautas, percussões e panelas amassadas, bem como canetas e cadernos, faziam parte do cotidiano daquele bando de irmãos musicais, arruaceiros e boêmios, os filhos de Salim e Maricota, pai e mãe dos Borges. Nada diferente da garagem de Dona Dalila, portanto.

Pois bem. Quando chegou 1979, ano da formação oficial do grupo, aqueles meninos já tinham rodado altas quilometragens antes de se juntarem para formar o 14 Bis. Cláudio, o Venturini caçula, virtuoso guitarrista, já tinha gravado o “disco do tênis” com o Lô Borges e o acompanhava em shows. Flávio já havia participado de discos do Milton e estrelava o antológico grupo O Terço, com os Sérgios, Magrão e Hinds. Patrono da ideia, veio para o 14 Bis e trouxe o carioca Magrão consigo. Vermelho e Hely Rodrigues tocavam no grupo Bendegó, que contava ainda com Capenga, Gereba e Patinhas (que viria a ser o poderoso publicitário João Santana). Convidados por Flávio, subiram a bordo.

​Os cinco, quatro mineiros e um carioca, incorporaram o 14 Bis com entusiasmo. E alçaram voo, levando seu aeroplano aos céus do Brasil. Assim, os jovens partiram para a gravação de seu primeiro long-playing, em 1979, intitulado simplesmente 14 Bis. Bituca, prova viva do sucesso daquela filosofia empresarial, não só avalizou a moçada do 14 Bis perante a diretoria executiva da EMI-Odeon, como produziu o disco e ainda deu-lhes de presente a obra-prima dele e de Fernando Brant, Canção da América, que é até hoje, tanto tempo depois, um dos principais hits do grupo.

No ano seguinte, 1980, eles lançaram um disco altamente conceitual, na minha opinião, a obra-prima deles, o 14 Bis II. Neste disco havia canções excepcionais como a então inédita Caçador de Mim, inspirada parceria de Sérgio Magrão e Luis Carlos Sá, o qual já tinha recebido Flávio Venturini pré-Terço em seu trio com Rodrix e Guarabira (mais uma prova de minha teoria de imãs se atraindo). Em 1981, o 14 Bis lançou Espelho das Águas, um disco do qual participei desde o conceito inicial. Com Vermelho, Flávio e Hely criei 3 novas canções, No Meio da Cidade, Dança do Tempo e Vale do Pavão. Mais uma vez, o grande estouro veio de outro presente da dupla Nascimento e Brant, padrinhos carinhosos de seus amigos roqueiros. Desta feita deram-lhes a inédita e insuperável Nos Bailes da Vida. Foi assim que o 14 Bis imortalizou esses versos que se tornaram ditado popular:

“Com a roupa encharcada, a alma

Repleta de chão

Todo artista tem de ir aonde o povo está

Se foi assim, assim será

Cantando me disfarço e não me canso

De viver nem de cantar.”

Em 1982, eu, Vermelho e Flávio compusemos Além Paraíso que deu título ao disco que o 14 Bis gravou naquele ano. Nosso querido amigo e parceiro Murilo Antunes, outro frequente

fornecedor de poesia para os trabalhos do 14 Bis, compareceu com Passeio Pelo Interior e ainda compôs com Flávio e Vermelho a definitiva Uma Velha Canção Rock’ n Roll. Em 1983, eles lançaram A Idade da Luz e eu compus com Vermelho a nossa Nave de Prata (“tenho meu coração preparado pra flutuar…”) que voou junto com o 14 Bis. Mas, sem dúvida, o estrondoso sucesso desde disco foi Todo Azul do Mar. Todo mundo conhece esses soberbos versos de Ronaldo Bastos, sobre o delicado tema de Flávio Venturini. Uma das mais espetaculares canções jamais criadas. Em menos de 4 anos, 5 discos antológicos. Depois eles continuaram a viagem abrindo o leque para novas parcerias, como por exemplo em  A Nave Vai, de 1985, em que brilham os versos do poeta Chacal, não por acaso antigo participante do coletivo de poetas chamado Nuvem Cigana, em que figurava com destaque junto com Ronaldo Bastos, Ronaldo Santos e Bernardo Vilhena.

​Nesses tempos eu fui morar na França e fiquei um ano sem participar dos trabalhos do 14 Bis. Nesse período Flávio saiu do grupo para enveredar em sua bem-sucedida carreira solo. O disco Sete é o último disco de canções inéditas gravado com a formação original da banda. A parceria com Renato Russo em Mais uma Vez foi o grande hit desse trabalho. Naquele mesmo ano de 1987, eles gravaram seu primeiro disco ao vivo e aí novamente nossos sucessos anteriores pontificaram, quando lançados no ano seguinte. O décimo disco, Siga o Sol, de 1996, é também o primeiro gravado e mixado fora do Brasil. Regravaram Faça Seu Jogo, minha e do meu irmão Lô, relíquia do disco do tênis e, além desta, gravaram duas outras canções de minha autoria, Outra Estrada e As Contas do Amor. Em 2004, o 14 Bis gravou o disco Outros Planos. Para ele, eu, Lô e Vermelho criamos uma canção muito linda chamada Sete Raios de Cristal. Este é o resumo do meu trabalho com o 14 Bis que eu tenho para mostrar. Mas sinto que ainda não é tudo. Em suma, continuamos amigos e na ativa até hoje. Então, temos canções novas engatilhadas. Enquanto isso, vou cultivando meu grande orgulho de ter escrito para eles cantarem frases e versos que continuo assinando embaixo com força e fé.

Banda de Música do 12⁰ Batalhão de Infantaria Leve de Montanha

(12º BIL Mth)

O Decreto Presidencial N⁰ 13/430 de 22 de janeiro de 1919 criou o então 12⁰ Regimento de Infantaria (12º RI) com sede em Belo Horizonte – MG, sendo o mesmo, dotado em sua formação de uma Banda de Música. O efetivo da Banda do 12⁰ BIL Mth é de 42 músicos sendo conduzida pelo seu Regente, o Segundo-Tenente Emílio Gomes Martins. Em sua missão, participa das formaturas de rotina nos quartéis da guarnição de Belo Horizonte e em cidades do interior. Abrilhanta também as grandes formaturas militares festivas e grandes solenidades, chegando a realizar mais de 350 tocadas por ano. Desenvolvendo um grande trabalho de relações públicas, um de seus objetivos é uma maior integração do Exército Brasileiro com a sociedade civil. A Banda se apresenta em retretas, concertos sinfônicos e demais eventos culturais contribuindo assim, para o aprimoramento artístico musical das plateias que a assistem. Nosso Grito de Guerra é Montanha!!

Mamour Ba

Mamour Ba, do Senegal é formado em Artes pela Universidade de Dakar. Mestrado em música pela Universidade de Versailles- França. Em violão clássico pela Universidade Federal de Minas Gerais, tendo estudado com nomes como: Guerra Peixe e Kohoitter. Com apoio da Unesco fez intercâmbio por diversos países da África, Europa e Américas. Compositor, arranjador e multi-instrumentista, dispõe de uma enorme bagagem musical. Com uma linguagem própria, vem investigando ao longo dos anos os ritmos tradicionais do continente africano e como percussionista utiliza as influências rítmicas ligadas aos ritos, jazz, pop, contemporâneo e afro tradicional, para contar a história da música africana em especial a do Senegal acompanhado dos seus filhos Cheikh (bateria-percussão) e Deynaba teclado piano).

Coral Minas Tênis Clube

O Minas Tênis Clube tem quatro pilares que o regem: Esporte, no qual o Clube é destaque, Lazer e Educação, voltados exclusivamente para os associados, e Cultura que, desde os anos 1940, promove ações para associados e não associados. Dessa forma, em 1964, foi criado o Coral do Minas, cujos integrantes são, exclusivamente,
sócios do Clube, mas se apresentam em vários espaços de Belo Horizonte e do
interior. Inicialmente o corpo artístico era formado por integrantes do antigo coro
“Madrigal Renascentista”, que fez história na capital mineira.  A regência era do
Maestro Roberto de Castro e tinha o total apoio do então presidente do Minas Tênis, José Mendes Junior. Sempre apresentando um repertório eclético com músicas folclóricas, clássicas, renascentistas e negro spiritual, em pouco tempo de existência, o Coral já contava com 30 vozes masculinas e femininas e dez instrumentistas. Os primeiros reconhecimentos vieram em 1968 por meio do prêmio “Lira de Ouro”, oferecido pela Secretaria de Cultura de Belo Horizonte, e a “Palma de Ouro” entre os corais de MG, numa promoção conjunta dos Diários Associados e O Globo. O Coral do Minas Tênis Clube foi o primeiro a cantar a “Missa Criolla” composta pelo argentino Ariel Ramirez. Neste mesmo ano, 1968, o grupo fez apresentações em Curitiba e Porto Alegre, e sua primeira viagem internacional para a Argentina. A convite deste país, o grupo apresentou a “Missa Criolla” em Buenos Aires, diante de seu autor, antes de seguir viagem pelas cidades de Rosário, La Plata e Córdoba. Em 2006, 38 anos depois, o coral apresentou a peça novamente, obteve um grande sucesso e inúmeros convites para apresentações da obra. Em Minas Gerais, viajou por diversas cidades do interior, e gravou um disco com músicas de J. S. Bach, Dori Caymmi, Roberto e Pedro de Castro. Com o falecimento do Maestro Roberto de Castro, outros regentes vieram a trabalhar com o coro: Marisa Mazzarello, Sérgio Canedo, Maria Virgínia, Luciano Lima e Edésio Lara. Entre os anos de 1999 e 2023, o Coral Minas Tênis Clube esteve sob a regência da maestrina Eliane Fajioli. Em 2024, o maestro Leonardo Cunha passou a ser o arranjador e o regente do Coral. Hodiernamente, o Coral do Minas conta com 50 vozes e faz em média dez apresentações por ano. Nas festas do Clube em comemoração à páscoa, ao dia das mães, dia dos pais, à independência do Brasil e comemoração de Natal. As apresentações realizadas fora da Instituição, acontecem no Festival Internacional de Corais (FIC), em igrejas e teatros da capital e em outras cidades do interior de Minas. Recorrentemente, o Coral recebe convites para se apresentar em shoppings como o Diamond Mall e Quinta Avenida. Criação do Coral Minas Tênis Clube. A história do Coral do Minas Clube se iniciou em 1962, quando foi criado o Departamento Artístico e Cultural da Instituição, coordenado pelo tenor Palhano Júnior. Dois anos mais tarde, em 1964, o coral foi formado, regido pelo maestro Roberto de Castro. Desta década em diante, ele foi se firmando na sociedade belo horizontina como um dos melhores do Estado, ganhando prêmios e sendo convidado a fazer concertos em outras cidades como Ubá, Divinópolis, Ponte Nova, Montes Claros, Sete Lagoas, Ouro Preto, Brasília, Rio de Janeiro e até em excursões internacionais. Nos anos de 1964 e 1965, foi considerado “revelação artística de Belo Horizonte” e, em 1979, classificado como um dos melhores corais do país, no concurso promovido pela Rádio Jornal do Brasil. Por sua performance e interesse em renovar sempre seu repertório chegou a gravar três discos. Atualmente com 50 vozes (masculinas e femininas), o Coral do Minas é regido pelo maestro Leonardo Cunha. O repertório do grupo conta com peças religiosas e clássicas, além de canções da MPB, sendo apresentadas em eventos internos do Clube e externos.

Nome do Maestro ou Maestrina: Stephania Ribeiro Amaral
Currículo do maestro / maestrina: Sobre o maestro Leonardo Cunha é maestro da Orquestra Opus, mestre e bacharel em violino pela UFMG, tem vasta experiência como solista e regente de orquestras e corais. O maestro produz e faz direção musical de peças teatrais, espetáculos e festivais. Leonardo tem em seu currículo, além da regência da Opus, gravações e arranjos com artistas como Hermeto Pascoal, Toninho Horta e Roberto Menescal e foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira 2008. Além do Coral do Minas, é maestro titular do Coral da Associação dos Servidores da Polícia Federal de Minas Gerais, do Coral Luís de Camões e do Coral BDMG. Cidade: Belo Horizonte.

Coro Bora Cantar

O Coro Bora Cantar é uma ação cultural que tem como um dos objetivos principais promover a inclusão de pessoas com deficiência, de pessoas idosas e de quaisquer outras pessoas em atividades de canto coral, em ambiente de compartilhamento musical, acolhedor e diversificado. Os únicos critérios de participação são o desejo de cantar e a disponibilidade para os ensaios. Mantém atuação ininterrupta desde 2017. O repertório é a MPB, mas inclui cantigas do folclore brasileiro, cantigas de matriz africana e de matriz indígena. Atualmente o Coro conta com 21 integrantes, todas mulheres, sendo que dentre elas há pessoas com deficiência intelectual e mental, com epilepsia, com doença rara, idosas e pessoas com outas características não atípicas. Os ensaios são realizados às 4as feiras, de 14:30h às 16:30h, no Conservatório de Música da UFMG. Em 2024, contamos com o apoio do Fundo Municipal de Cultura de Belo Horizonte, que também já nos apoiou em outras oportunidades. Maestrina: Águeda Pereira.

Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais

A Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais foi criada no dia 9 de setembro de 1927 pela lei 959, tendo como primeiro regente o 1º Sargento Músico Balbino de Sousa, e é considerada uma das mais antigas e tradicionais banda de Minas Gerais, e neste ano completará 97 anos. Em 23 de dezembro de 2016 foi declarada patrimônio cultural mineiro, através da Lei Estadual nº 22.462, essa mesma Lei Estadual mudou a denominação de banda de música do corpo de bombeiros militar de minas gerais, para: Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais.

Inácio Loiola

Cantor e compositor nascido na Chapada Diamantina, em Santo Inácio, município de Gentio do Ouro na Bahia, reside atualmente na cidade de Pirapora às margens do rio São Francisco sua fonte de inspiração.

40 anos de música

Inácio César Santana Bessa

  • Participação e premiações em vários Festivais Nacionais;
  • Diretor musical do Grupo Tuia;
  • Roda Viva (Pirapora)
  • Vapor Humano (Brasília)
  • Diretor musical da Banda Natureza (Bahia)
  • Autor e realizador do projeto PARA VER A BARCA ANDAR

Parceria CAA/TV Austríaca (Rodado na Europa) 1990

  • Ganhador do troféu TIMONEIRO SENHORES DO NORTE;
  • Participação como figurante da novela Velha Chico: Rede

Globo

  • Participação da trilha sonora do documentário BENJAMIM GUIMARÃES O CONDUTOR DE HISTÓRIAS com a Música de sua autoria O Assobio do Vapor que deu inspiração para realização desse importante Documentário.
  • Participação no documentário LINHAS DO RIO;
  • Participação na trilha sonora dos documentários PEIXES DE ÁGUA DOCE;
  • Gravação de 04 CDs autorais;
  • Bi campeão no Carnaval de Pirapora em Minas Gerais no

Concurso de Marchinhas Carnavalescas prêmio Davi Miranda

Coro de Câmara Vozes em Luz

O Coral existe há quase 40 (quarenta) anos como uma das atividades do Centro Espírita Manoel Maria da Silva, conhecido carinhosamente como Cantinho de Jesus.

Originalmente iniciou seus trabalhos como Coralzinho Pingos de Luz e, posteriormente, como os integrantes tornaram-se jovens e adultos houve a decisão de criar o Coro de Câmara Vozes em Luz – CCVL com os participantes maiores e preservar o Coralzinho em seu formato original, ou seja, composto por crianças e adolescentes. Assim a Casa passou a contar com dois corais.

O Coro de Câmara Vozes em Luz, como o próprio nome diz, possui número reduzido de pessoas – em média de doze – entre cantores e instrumentistas. Apresenta-se regularmente na Casa bem como em seus eventos comemorativos. Também atende a convites de casas co-irmãs e, fora do Centro Espírita, participa de eventos como encontros de corais, festivais etc.

Uma característica marcante do Coral é compor suas próprias músicas, mas também interpreta outros compositores, a exemplo, Tim e Vanessa.

Adriana Araújo

Nascida na comunidade da Pedreira Prado Lopes, na região da Lagoinha, berço do samba de Belo Horizonte, Adriana Araújo se destaca como uma das grandes vozes do samba mineiro. Desde cedo, absorveu a rica tradição musical que permeia as ruas e vielas de sua comunidade, cultivando um profundo respeito e amor pelo gênero que se tornou sua paixão e vocação.

Considerada um dos grandes talentos da atual geração, Adriana não apenas mantém viva a tradição do samba, mas também a reinventa, incorporando novas sonoridades e abordagens, sempre com respeito às suas raízes e à herança cultural afro-brasileira.

Ao longo de sua carreira, Adriana teve a honra de compartilhar o palco com renomados nomes do samba, como Diogo Nogueira, Fabiana Coza, Arlindinho e Jorge Aragão, enriquecendo sua experiência musical e ampliando seu reconhecimento no cenário nacional. Essas colaborações não apenas evidenciam sua habilidade e versatilidade como intérprete, mas também sua capacidade de se destacar ao lado dos grandes mestres e mestras do gênero.

A música de Adriana Araújo vai além da simples melodia; ela se torna um veículo poderoso para reflexões sobre temas que tocam o indivíduo, a sociedade e, sobretudo, a comunidade negra. Por meio de suas canções, Adriana busca resgatar uma essência ancestral, ao mesmo tempo em que promove o protagonismo negro no universo do samba. Suas letras são verdadeiras crônicas da vida urbana, repletas de poesia e verdade, refletindo as experiências e aspirações de seu povo.

Em 2021, a artista lançou o álbum intitulado “Minha Verdade”, um LP que fala sobre sua história, ancestralidade, empoderamento, amor e representatividade, passando por diversas vertentes do samba. Esse trabalho é o resultado de anos de dedicação e amadurecimento artístico, consolidando Adriana como uma das vozes mais importantes e autênticas do cenário musical brasileiro.

Em 2023, Adriana lançou o show “Adriana Araújo Canta Alcione”, uma homenagem à Marrom, que será lançado em DVD em 2024, consolidando ainda mais sua presença e influência no cenário musical brasileiro. Nesse espetáculo emocionante, Adriana interpreta os clássicos da lendária Alcione com sua própria interpretação marcante, mostrando sua habilidade de reinventar e revitalizar os grandes sucessos do samba brasileiro.

Com sua voz potente e sua presença de palco cativante, Adriana Araújo continua a encantar plateias por todo o país, levando consigo não apenas a tradição do samba, mas também a mensagem de resistência, celebração e esperança que ele representa para o povo brasileiro.

Coral São Rafael

O Coral São Rafael é uma atividade musical ligada ao Instituto São Rafael, instituição voltada para a educação de pessoas com deficiência visual, fundada em 1925 e inaugurada em 1926. Desde o início, a música desempenhou um papel central no Instituto, com o Coral São Rafael se destacando como uma de suas iniciativas mais importantes e duradouras.

Início e Desenvolvimento

projeto musical do Instituto começou logo após sua inauguração. Nos primeiros anos, existia uma pequena orquestra que se apresentava em eventos, mas o grupo não perdurou. Em contraste, o Coral São Rafael, iniciado junto com o Curso Musical, rapidamente se tornou um símbolo da instituição.

Regentes e Evolução

Inicialmente, a regência do coral foi conduzida pelos fundadores do curso, em especial o professor João Ferreira de Castro. Mais tarde, o coral ganhou notoriedade sob a liderança do professor Cirvulino Reis, um talentoso tenor que solidificou a reputação do grupo. Após o falecimento de Cirvulino Reis, a regência passou por diversas mãos até ser assumida pelo maestro Alexandre Deni em 1959.

Era Jesus Ferreira

Entre 1960 e 1974, a história do coral esteve estreitamente ligada ao maestro Jesus Ferreira, que possuía baixa visão e era um multi-instrumentista talentoso. Durante sua regência, o coral realizou apresentações memoráveis em Brasília, no Rio Grande do Sul e no programa de Hebe Camargo. Em 1974, após uma destacada performance em Porto Alegre, o coral foi dissolvido sob a alegação de ser “bom demais para um coral escolar”, Jesus Ferreira, então, passou a ensinar História da Música no Instituto.

Continuidade e Modernização

Em 1976, a regência foi entregue ao capitão da Polícia Militar Tarcísio Viana, que liderou o coral por cerca de 25 anos, mantendo um alto nível de desempenho e sucesso em apresentações e festivais. Nos anos 2000, o CAP São Rafael passou a assumir os Cursos Musicais do Instituto São Rafael, entre eles o Coral São Rafael.

Dando início aos Projetos, o ex-aluno Ivan Gomes Pereira, formado pela UEMG, assumiu a liderança do coral por aproximadamente 10 anos, seguido pela maestrina Cíntia Baldez Brandi durante a pandemia de Covid-19, quando inovou com ensaios via WhatsApp.

Regência Atual

Atualmente, o maestro Leandro de Paiva Carneiro, filho de ex-alunos do Instituto São Rafael e licenciado em piano pela UMG, está a frente do coral. Sob sua liderança, o Coral São Rafael expandiu seu repertório, participou de eventos significativos como na Copa do Mundo pelo Esporte Espetacular da Rede Globo e o Festival Internacional de Corais (FIC), e realizou apresentações em locais variados, como estações de metrô, Museu de Inhotim e a Biblioteca Pública.

O Coral São Rafael continua a ser uma prova do talento e da capacidade das pessoas com deficiência visual, mantendo viva a tradição musical do Instituto São Rafael e promovendo a inclusão através da música.

Coral ABBOTT

O Coral nasceu em 2008 como Coral St. Jude em Nova Lima, vindo a se chamar Coral Abbott a partir de 2017. Foi criado com o intuito de proporcionar aos funcionários da empresa um momento de integração e expressão através da música, assim como desenvolver outras competências como comunicação, autoconfiança e capacidade de expressão.

Desde 2019 é regido pelo Maestro Tatá Sympa (João Tarcísio Cardoso de Souza). Atualmente o coral é composto 10 participantes.

O Coral Abbott possui repertório eclético, indo de clássicos da MPB a músicas regionais, passando inclusive pelo repertório erudito.

Nesses 16 anos de existência, além das apresentações internas na empresa, fez várias apresentações em creches, asilos, museus, feiras e festivais de corais. Hoje, está sediado em Belo Horizonte na região da Pampulha.

 

Grupo Essência Cigana BH

É um grupo amador, de dança cigana artística brasileira, formado por mulheres da melhor idade, amantes da dança, que admiram e respeitam, a cultura Cigana. Está completando 5 anos. Não possui escola e, tem como maior incentivadora, Tânia Carvalho, que coordena e cria as coreografias.

 

 

Grupo Águia Cirandeiras de Minas – PRACSF

O Grupo Águia Cirandeiras de Minas. Foi formado a cinco anos, pelo promoter Mestre Malaquias da Viola. Tem por objetivo trabalhar a inserção e oportunizar a presença da mulher nas ações desenvolvidas pela organização projeto raiz.

A música é uma arte que está incorporada no ser humano desde dos primórdios são usadas para as mais diversas manifestações, seja com plateias ou não, está em tudo danças, comemorações e celebrações até na natureza.

A arte de cirandar entre crianças, adultos é antiga, é patrimônio e identidade dos nossos povos resgatada e fomentada pelas Águias Cirandeiras de Minas.

O Grupo vem proporcionando aos que assistem e acompanham seus trabalhos, momentos agradáveis e prazerosos por meio do canto, dança e alegria contagiante.

O Grupo Águia Cirandeiras de Minas é formado por mulheres  de  faixa etária diversas, algumas possuem experiências artísticas de cantar em corais, festivais e eventos culturais, além de valorizar a participação e criação da mulher frente aos projetos culturais que fomentam o empoderamento feminino e a inclusão de uma faixa etária com poucas oportunidades. O repertório é eclético, composto por músicas de Cirandas de Roda, passando pelo Folclore Brasileiro, músicas regionais samba, chula, carimbós e batuques, ao som da viola caipira, caixa de folia, violão, cavaquinho e acordeon. Um trabalho sociocultural, que beneficia, fomenta e a arte e cultura para todos os públicos, crianças, adolescentes, mulheres e idosos, incluindo territórios e espaços de convivência como ILPIs, creches, escolas, também com diversas participações em festivais, festejos municipais, rádio e TVs, espaços públicos e privados, CRAS.

Músicas e cantigas popular brasileira, Criadas de rodas com releituras melódicas e instrumentais …o Grupo: ÁGUIA CIRANDEIRAS DE MINAS assim como a organização PROJETO RAIZ ARTE E CULTURA SEM FRONTEIRA __PRACSF, vem se destacando entre outros de tal forma, ao despertar olhares internacionais, no último anos para intercâmbio cultural de alguns países. Dando sua contribuição por onde passa, deixando uma belíssima mensagem.

Grupo Guararás

O Guararás é um grupo de pesquisa e projeção folclórica fundado há 22 anos pelo professor Dr. Carlos Moreira na cidade de Belo Horizonte/MG. E um grupo voluntário, sem fins lucrativos que busca levar para a comunidade a cultura brasileira por meio das suas manifestações; onde o povo expressa sua identidade e mostra seu entendimento sobre o mundo que o cerca, obstinando sempre em suas pesquisas e montagens cênicas ser fiel as tradições e suas matrizes brasileiras.

Grupo Voz e Sintonia

O Grupo Voz e Sintonia iniciou suas atividades em dezembro de 1987, tendo como objetivo principal atuar em celebrações religiosas e eventos diversos. O seu repertório oferece uma diversidade musical abrangendo peças religiosas, eruditas, música popular nacional e internacional contemplando vários estilos e épocas. Conta com a coordenação da professora Terezinha Augusta, tendo como principal regente Luiz Henrique Moreira.

Coral Vozes da Saúde

Maestrina: Riane Menezes

Pianista: Bruno Medeiros

Preparador vocal/Regente Assistente: Júnior Stofel

 

O Coral Vozes da Saúde, parceria entre a Faculdade de Medicina da UFMG e a Faculdade Ciências Médicas de MG,  antigo Coral da Faculdade de Medicina da UFMG foi fundado em 2005 em parceria entre a Escola de Música e a Faculdade de Medicina da UFMG, com o objetivo de ser laboratório para o curso de fonoaudiologia e ser instrumento de integração e socialização entre os cursos do Campus Saúde . Atualmente é composto de integrantes de vários cursos da UFMG e pessoas da comunidade externa. Seu repertório é eclético e vai de peças sacras a populares.

 

Coral Luiz Gonzaga

Fundado em agosto de 2010, o Coral Luiz Gonzaga é da cidade de Pedro Leopoldo/MG e possui cerca de 35 membros. Seu repertório abarca obras populares, internacionais, eruditas e ainda cristãs, sempre se preocupando com a mensagem que as letras das músicas trazem para quem as ouve. É um coro aberto à comunidade e mantido pelos seus membros. Seus ensaios acontecem no Centro Luiz Gonzaga, desde sua fundação e qualquer interessado poderá ingressar no grupo após um teste vocal simples.

Já performou ao lado de artistas como: Orquestra do Centro de Musicalização integrado da UFMG, Tenores in Concert e ainda Orquestra Sinfônica Cachoeira Grande. A maestrina e diretora musical do grupo é a Ana Carolina Malaquias.

 

Coral Infanto-Juvenil Luiz Gonzaga

O Coral Infanto-juvenil Luiz Gonzaga é composto por cerca de 15 crianças com faixa etária entre 6 e 16 anos. Regido pela maestrina Ana Carolina Malaquias, seus ensaios acontecem no Centro Luiz Gonzaga, em Pedro Leopoldo/MG. O coro é aberto ao público e prioriza repertório da música popular brasileira e internacional. Cantou com grupos como Orquestra Ouro Preto no espetáculo Fernão Capelo Gaivota e por diversas vezes com a Orquestra Sinfônica Cachoeira Grande.

Black To Black

Coral Black To Black – Nasceu em 2016 com uma proposta inovadora e sonora no cenário musical de Belo Horizonte, compondo um corpo de coralistas voluntários de toda região metropolitana da capital mineira. Esse projeto já teve em seu corpo de artistas mais de 300 vozes, apresentando em diversos eventos e gravações com artistas nacionais. O idealizador visionário maestro Bruno Graça formou-se na Universidade do Estado de Minas Gerais e atualmente é mestrando na mesma instituição. Pensando em servir a cidade com suas habilidades artísticas e musicais, formou um grupo de cantores com o propósito e visão de levar o amor aos corações das pessoas com leveza e muita música.

 

Coral Cênico

O Coral Cênico Arte & Canto da Prefeitura Municipal de Belo Horizonte tem 29 anos de existência fazendo atualmente parte da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. É composto por servidores de todas as áreas da PBH entre convidados. Seus ensaios acontecem as quintas-feiras de 18:30 h às 20:30h.

Nos últimos anos participou de diversos eventos oficiais, festivais e encontros de corais, inclusive em algumas cidades de Minas Gerais. Para a preparação, os coralistas participam de oficinas num momento de crescimento e descoberta de talentos para o grupo. Dessa forma vários musicais já foram realizados inclusive com ênfase em temas relacionados à Minas Gerais.

É um espaço de convivência e valorização do servidor municipal. Para ingresso ao mesmo, o servidor interessado deverá possuir experiência em canto e poderá entrar em contato pelo e-mail: artecantocoral@pbh.gov.br. Ele passará por uma entrevista e avaliação vocal.

Coral Unidos Em Cristo

Este coral sob a regência de William Costa foi criado com o propósito de apoiar o Ministério Evangelístico da comunidade Batista Nova Floresta em belo horizonte. Foi criado há cerca de 12 anos e realiza viagens missionárias, se apresentando em eventos de diversas igrejas em Belo Horizonte e cidades do interior mineiro. Já se apresentou em presídios, casas de recuperação, asilos, hospitais, praças e em alguns eventos com outros corais.

Coral Gremig
Com uma bela história de mais de trinta anos ininterruptos, o coral Gremig se orgulha da solidez de sua trajetória. O grupo vem encantando plateias com seu repertório variado, envolvente e emocionante, com arranjos vocais exclusivos e muitos deles compostos pelo próprio maestro. Foram inúmeros festivais, eventos beneficentes, celebrações, solenidades abrilhantadas por este coro, que conta atualmente com 35 cantores acompanhados por teclado e sopros (sax e flauta).

Coral Ebenézer

O Coral Ebenézer Foi criado em novembro de 2022. Em setembro do mesmo ano, a Joene, teve uma visão, ela cantava para uma multidão, e sem entender, o Senhor dizia a ela que era para levantar as mãos sobre a multidão e cantasse um louvor. Ela orou e foi até o seu pastor Marcos, que sem hesitar logo aprovou.

Então foram em busca de coralistas, que apareceram imediatamente vários irmãos de diferentes idades que se uniram em só propósito de adorar ao Deus vivo, aquele que é digno de toda honra e glória, levando sua mensagem através de louvores. Hoje o Coral Ebenézer é formado por 35 pessoas.

Coral Cantáridas

Somos o Coral Cantáridas, Criado no Instituto de Ciências Biológicas (ICB) em maio de 1991 como parte do “Projeto Corais no Campus” sob coordenação da Profa Maria do Carmo Campara da Escola de Música da UFMG.

Desde então, o Cantáridas vem participando de formaturas do curso de Ciências Biológicas e cerimônias formais do ICB. Além disso, se apresenta em outras unidades da UFMG como forma de divulgar o canto coral e em festivais de corais realizados em espaços públicos de BH e outras cidades de Minas Gerais.

Por mais de 20 anos, o Coral Cantáridas contou com a coordenação de Sofia Perdigão. Atualmente, a Coordenação do Coral é compartilhada pela Profa Rosy Isaias, pelo funcionário Carlos Henrique Silva e a ex-aluna Rosário Neves. Nossa equipe de comunicação é formanda pela Giulia Altaf e pelo Lucas Jorge.

Nossos componentes são alunos, ex-alunos, professores e funcionários da UFMG, bem como moradores de bairros vizinhos.

Estamos atualmente sob a regência de Gabriel Santos.

Turnê Coral Canto & Vida

O Turnê Coral Canto & Vida foi fundado no ano 2000. Realiza atividades culturais e sociais por todo Estado de Minas Gerais. Formado por amigos, a composição deste coral se deve ao desejo de sua fundadora Juracy F. C. Cunha de manifestar a arte e a música mineira, desempenhando uma forma de viver e de sentir útil aos seus integrantes e participantes. Além da performance musical, o coral é engajado em projetos sociais, participando e promovendo eventos beneficentes, apresentando-se em festivais, Igrejas, missas, casamentos, bodas, congressos e em vários eventos sociais.

Coral da Amagis – BH/MG

Histórico do Grupo: Fundado em 06 de junho de 2001 sob a batuta do maestro Otávio Serpa, o Coral da Amagis teve sua estreia em setembro daquele mesmo ano. Formado essencialmente por magistrados e seus cônjuges e filhos, aos poucos os participantes foram se diversificando, tendo como requisito básico o gosto de cantar em grupo. Atendendo a demandas da Associação dos Magistrados e instituições a ela ligadas, o coral tem participado de eventos no Tribunal de Justiça, Concertos de Judiciário, em missas diversas, na Cantata de Natal da ALMG (desde 2018), além de festivais de corais em BH (cidade-sede do coral) e em outras cidades (Diamantina, Itabirito, Itaguara, Lagoa Santa, Mariana, Ouro Preto, Sabará, São João del Rei, Serro). O Coral da Amagis já esteve também sob a regência de Ângela Pinto Coelho e Marco Antônio Moreira e atualmente, Ingrid Hollerbach.
Nome do Maestro ou Maestrina: Ingrid Hollerbach
Currículo do maestro / maestrina: Ingrid Hollerbach é musicista do mundo contemporâneo. Interessada em diversos tipos de música, impregnou-se da música erudita por meio dos estudos em piano (chegando a obter o mestrado em interpretação pela UFMG), e da música popular e folclórica brasileiras quando esteve na regência do Coral Elizabeth Figueiredo (especializado na música renascentista e brasileira). A curiosidade e a busca por fundamentos históricos da música antiga a impulsionaram estudar cravo em Montréal (nas classes de Réjean Poirier, UDeM, e Hank Knox, Universidade McGill). Sempre na perspectiva de estreitar o popular ao erudito, ela colaborou com o grupo “Lusitanae Musica” (dedicado à música portuguesa) em Montréal. Estudou a música de dança na Nouvelle-France, tendo sido esse o tema de seu doutorado na UQAM. Atualmente é regente do Coral da Amagis (Associação dos Magistrados Mineiros), em BH.
Cidade: Belo Horizonte

Coral Imprensa ABT

Fundado em novembro de 1999, a estreia do “Coral da Imprensa Oficial” ocorreu aos 20 dias do mês de dezembro do mesmo ano, sob a regência da maestrina Alba Valéria dos Reis, no Teatro Clara Nunes, em Belo Horizonte, sede da extinta Imprensa Oficial do Estado de Minas Gerais.

O coral foi criado e é mantido em regime exclusivo de adesão e voluntariado com o intuito de valorizar a vocação musical de seus integrantes.

No mesmo ano de 1999, o maestro Márcio Miranda Pontes passou a reger o Coral, conduzindo os ensaios semanais e a apresentação de grandes peças, inúmeros concertos não só do coro, mas também em conjunto com outros coros e orquestras.

A partir de 2002, o maestro Paulo Henrique Campos juntamente com Márcio, assumiu a preparação, a orientação vocal e as apresentações com programações que levaram a música popular e erudita em hospitais, praças públicas, shoppings, teatros, repartições públicas,festivais.
Posteriormente Márcio Miranda ausentou-se e Paulo permaneceu como Regente por longo período.

Em razão das dificuldades enfrentadas pelo Coral, como espaço para os ensaios e recursos financeiros para pagamento de maestros a Associação Beneficente Tipográfica – ABT, entidade exclusiva da classe dos gráficos, sem fins lucrativos, estabelecida na Rua Espírito Santo, 1546, abriu suas portas para abrigar o Coral, auxiliando-o com parte dos recursos necessários para a sua subsistência, motivo pelo qual passou a denominar-se Coral Imprensa – ABT.

Vivian Assis Carvalho sucedeu o maestro Paulo e conduziu o Coral em continuidade aos trabalhos anteriores até março de 2020.

Após o desligamento de Vivian, Lívia Itaborahy que já auxiliava a maestrina, passou a reger o coro em uma época de grandes dificuldades geradas pela pandemia de coronavírus que provocou a suspensão de atividades culturais presenciais.

Em 2018, o Coral Imprensa – ABT obteve aprovação de um projeto inscrito na Lei Estadual de Incentivo à Cultura – MG e ao final de 2019 conseguiu o patrocínio da Vallourec o que está sendo executado no segundo semestre de 2021 com a conversão do formato de apresentações presenciais para digitais e remotas. A partir do ano de 2022, o Coral Imprensa – ABT é regido pelo maestro VICTOR HENRIQUE LOPES.

Nesse passo, ao aproximar o aniversário de 24 anos de existência, em dezembro de 2023, o Coral sobrevive heroicamente, com muitas histórias para contar, de muitos percalços, mas também de muito orgulho por ter participado de grandes espetáculos, levar alegria e a música às pessoas.

Sigam-nos no Instagram : @coralimprensaabt

Nome do Maestro ou Maestrina: Victor Henrique Lopes
Currículo do maestro / maestrina: BACHARELADO EM REGÊNCIA- UFMG
– EX-REGENTE DO CORAL VOZES DO CAMPUS
-EX-REGENTE DO CORAL PRC (PRÁTICA DE REPERTÓRIO CORAL).
-PROFESSOR DE MÚSICA NA ESCOLA MUNICIPAL LÍDIA ANGÉLICA, COM ÊNFASE EM CORO INFANTO-JUVENIL.
-PROFESSOR MULTIINSTRUMENTISTA PELA AURUM ESCOLA DE MÚSICA.
-REGENTE DO CORAL DA IGREJA BATISTA EM VISTA ALEGRE.
-EX-BOLSISTA DE PRODUÇÃO PELO CORAL ARS NOVA.
-ARRANJISTA ORQUESTRAL.
-EX-REGENTE DA ORQUESTRA SINFÔNICA YARON DE SANTA BÁRBARA.
-ATUAL REGENTE DO CORAL IMPRENSA

CRÉDITO DA FOTO: LUIZ PEIXOTO
Cidade: Belo Horizonte

Coro Angélico (Associação Coro Angélico de Santa Luzia)

Histórico do Grupo: O Coro Angélico é o coral mais antigo da cidade de Santa Luzia – MG, ainda em atividade. Foi fundado no dia 15 de agosto de 1952, quando da extinção de dois corais anteriores, o Coro dos Ramos e o Coro dos Dolabella, dos quais o Coro Angélico herdou um rico repertório de música sacra colonial luziense e mineira. Ao longo do tempo, o Coro Angélico se tornou também, um coral cultural, agregando ao seu repertório, músicas populares, internacionais e folclóricas. Em 2022, o Coro Angélico foi declarado Patrimônio Cultural de natureza imaterial do município de Santa Luzia – MG.
Nome do Maestro ou Maestrina: Hélcio Rodrigues Pereira
Currículo do maestro / maestrina: – Pós-graduação em Práticas Interpretativas em Música Brasileira, pela Universidade Estadual do Estado de Minas Gerais, em 2011
– Graduado em Regência pela Universidade Federal de Minas Gerais, Professores Roberto Duarte/Ricardo Wilson Rocha, UFMG, em 1995;
– Iniciou seus estudos no Coral Rouxinóis de Divinópolis (MG) em 1969;
– Aluno de piano de Maura Palhares Machado, na FUMA, de 1981 a 1983;
– Curso de extensão da UFMG – Regência Coral, ministrado pelo maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca em 1983;
– Curso de Técnica Individual de Canto, ministrado pelo professor Theophil Maier em 1985;
– Aluno do Maestro Roberto Duarte no período de 1989 a 1994;
– Curso de Técnica Vocal, ministrado pelo tenor Hugo Augusto da Silva, do Coral Lírico de Minas Gerais;
– Curso de Técnica Vocal Infantil e Regência de Coral Infantil, ministrado pelo Maestro Francis Delvin, regente dos Petits Chanters de Bélgique, realizado durante o Curso Nacional de Ferias, em Novo Hamburgo, 1995;
– Atualmente faz técnica vocal com o Professor NESTOR CORDERO
– Maestro do Coral USIMINAS – de 2000 a 2011
– Maestro do Coral COR JESU / Santa Luzia- MG – 2008 a 2018
– Regente do Coral MAGNESITA – de 2006 a 2007
– Regente do Coral dos Servidores do INSS – de 2002 a 2006
– Regente do Coral PETROBRÁS – de 1996 a 2005
– Regente do Coral da Justiça Federal de BH – de 1992 a 1996
– Regente do Coral do Tribunal de Justiça de Minas Gerais – de 1990 a 1995
– Regente do Coral Canarinhos de Itabirito – de 1984 a 2000
Atualmente é Assistente do Coral Ars Antíqua desde 2020, e maestro do Coro Angélico 2023.
Cantor Lírico – Naipe Tenor, do Coral Lírico de Minas Gerais aprovado em Concurso Público realizado em 1984.
Regente Assistente do Coral do Instituto Carlos Alberto Pinto Fonseca, desde 2008.
Chefe de Naipe de Tenores e Assistente do Maestro Carlos Alberto Pinto Fonseca – Coral ARS NOVA, de 1984 a 2000.
Cidade: Santa Luzia, Minas Gerais, Brasil.

Asociación Coral Egresados de San Marcos

Histórico do Grupo: La Asociación Coral Egresados de San Marcos, nace a raíz del homenaje brindado al maestro Luis Craff en un concierto de reconocimiento y reencuentro coral, un 6 de setiembre del 2003.
Integrado principalmente por egresados de la Universidad Nacional Mayor de San Marcos, tiene en sus objetivos la promoción y difusión de la música peruana, latinoamericana, en el campo del arte coral, dirigida principalmente a los sectores menos favorecidos, propiciando eventos corales y de proyección social.
Ha visitado las ciudades de Jauja, Nazca, Chiclayo y Zaña, participando en el XII Festival Internacional de Coros en el Cusco. Ha organizado recitales y homenajes conmemorativos como: 100 años del nacimiento de la Maestra Rosa Alarco, Cuarto Encuentro Coral Sanmarquino, participó musicalmente en la Misa Campesina Nicaragüense en diversos escenarios de Lima, se ha presentado por dos años consecutivos en el II y III Festival de Música de Alturas-FIMA (2016 y 2017), en el Parque de la Exposición, cerrando el festival junto a los músicos del mundo. Por su 20 aniversario, realizó recitales en homenaje a la mujer peruana, por fiestas patrias, canto en lenguas nativas y visitas a comedores populares en Villa María del Triunfo y en la ciudad de Huarmey.
Nome do Maestro ou Maestrina: Magali Luque VIllavicencio
Currículo do maestro / maestrina: La Directora: Magali Luque estudió Dirección Coral en el Instituto Kodály y la especialidad de contrabajo en la Universidad Nacional de Música. Tras varios años de dedicarse a la música académica, decide migrar su trabajo a la música popular peruana. Compositora, arreglista,
multinstrumentista y cantautora; convocada constantemente por diversos músicos y directores de la escena local, teatro y danza. Fundadora de las bandas Sándalo y Lunazul. En el 2007 lanzó su primer Cd llamado “BASICA” y en el 2011, su segundo Cd “VOY” y el 2017 el Cd “HABÍA UNA VEZ”. Actualmente comparte su tiempo entre la dirección del Coro ACESM, la docencia, la composición para teatro y su carrera solista.
Cidade: Lima

Coral Universitário Clarice Sarmento

Histórico do Grupo: O Coral Universitário Clarice Sarmento faz parte do Projeto de Extensão de nome homônimo e tem em seu repertório músicas populares, regionais, folclóricas e eruditas. Seus integrantes são professores, alunos e comunidade montes-clarense. O grupo completou em 2023 30 anos de existência passando por 3 regentes e atualmente é coordenado e regido pela professora Drª Maria Amélia Castilho Feitosa Callado (Mel Callado). O Coral já participou de diversos festivais pelo Brasil com repertório eclético. Possui um preparador vocal e regente substituto Roberto Mont’Sá e é acompanhado pelo pianista Carmerindo Miranda, ambos professores da Universidade.
Nome do Maestro ou Maestrina: Maria Amélia Castilho Feitosa Callado
Currículo do maestro / maestrina: Maria Amélia Castilho Feitosa Callado é graduada em Letras, piano e canto pela Universidade Estadual de Montes Claros. Possui pós graduação Lato-sensu em Educação Artística e Educação Musical; Mestrado e Doutorado em Letras Estudos Literários pela Unimontes e Universidade Federal de Uberlândia, respectivamente. Seus trabalho de Pesquisa voltado para a literatura comparada à música estuda o escritor João Gilberto Noll e o compositor Johann Sebastian Bach. Atualmente pesquisa a história dos corais em Montes Claros e escreve sobre a primeira regente de corais de Montes Claros, Clarice Sarmento, que dá nome ao coral Universitário. Mel Callado participou de diversos cursos de regência com regentes de renome brasileiros. Foi regente do Coral Infantil da Unimontes e do Coral da Receita Estadual de Montes Claros. Foi integrante dos Corais Universitário, do qual foi também solista e preparadora vocal, Junia Melo Franco e Lorenzo Fernandez nos quais também foi solista.
Cidade: Montes Claros-MG

Coral Dom Helder
Histórico do Grupo: O Coral Dom Helder foi instituído em maio de 2022 e dentro dos requisitos e proposições para a sua implementação na Dom Helder Escola Superior, destaca-se a importância do canto em grupo como importante papel na educação do indivíduo que possibilita situações de compromisso social e oportunidades de contribuições comunitárias para o bem-estar e desenvolvimento humano. Desde esta data, o Coral vem se preparando com a sistematização do novo grupo de participantes, novas vozes, novas experiências e novas expectativas. O Coral conta atualmente com quase 40 coralistas, entre professores, funcionários, alunos e comunidade externa, conduzidos pelo Maestro Tatá Sympa. Os ensaios semanais são realizados no auditório da Dom Helder, dirigidos pelo Maestro Tatá Sympa, com presença constante dos coralistas, que é formado pela composição dos naipes (sopranos, contraltos, tenores e barítonos), e tem repertório variado entre música popular brasileira, grandes sucessos brasileiros e internacionais e músicas eruditas.
Nome do Maestro ou Maestrina: Tatá Sympa
Currículo do maestro / maestrina: O Coral Dom Helder é dirigido pelo Maestro Tatá Sympa, músico, graduado em Canto pela UFMG, com formação no Conservatório Mineiro de Música e também em regência coral e orquestral. Professor de Técnica Vocal Popular e Erudita, atua com música profissionalmente desde a década de 80, organizando bailes, festas e eventos comemorativos e institucionais. Estudou com grandes professores como os Maestros Mogens Dahl (Dinamarca), Yara Frick, Carlos Eduardo Prates, Carlos Alberto Pinto Fonseca e Eduardo Ribeiro. Aprendizagem musical através do método Kodály com Yan Guest. É cantor e instrumentista, com parceria em diversos eventos e gravações com vários artistas mineiros como Chico Lobo, Rubinho do Vale, Grupo i Molinari Camerata Musici, Grupo Sarandeiros dentre outros.
Cidade: Belo Horizonte

Coral Vozes do Vale do Paraopeba
Histórico do Grupo: O Coral começou conforme um verso de Peninha “Tudo era apenas uma brincadeira e foi crescendo e crescendo..”Estamos nesta brincadeira que agora se tornou muito seria, desde 2012. Passamos por muitas transformações, tanto na formação, quanto no repertorio, em busca de uma identidade. Atualmente, estamos com 18 pessoas, temos instrumentistas profissionais e o Coral se tornou uma Associação, com cursos de música, danças e artesanatos. Um trabalho intenso. Somos uma referencia cultural em nosso municipio. Nosso repertorio é bem ecletico. Abrange vários estilos, do classico ao folclorico.
Nome do Maestro ou Maestrina: Tania Tadeu Caramaschi
Currículo do maestro / maestrina: Fez conservátorio de Música em Divinópolis-MG, estudou piano, teclado (curso da Yamaha), violão popular e clássico (FAOP), Curso de canto com Babaya, formada em Educação artistica pela UEMG e Licenciatura em Mùsica pela UNICESUMAR. Fez harmonia I e II na Escola de Minas, com Fernando Brancht. 35 anos de experiencia com formação de vários grupos e corais ao longo desses anos. Fundou a Escola Cultural Arte Nossa em 1996 e atualmente, a Escola de Formação Cultural em Piedade do Paraopeba.
Cidade: Piedade do Paraopeba, distrito de Brumadinho

Coral lá em casa
Histórico do Grupo: Um grupo de mulheres que resolveram se juntar pra cantar e sair por esse Brasil mostrando a arte Mineira.
Nome do Maestro ou Maestrina: Maria Cecília Gomes Amoroso
Currículo do maestro / maestrina: Ciça Amoroso é regente de Corais de Pouso Alegre a muito tempo. Regeu Cirais importante no Conservatório Estadual de Música JKO e depois de aposentada resolver reger na sua casa suas amigas. Coral lá em casa é um grupo de amigas que cantam Minas Gerais
Cidade: Pouso Alegre

Coral Carlos Gomes
Histórico do Grupo: O Coral Carlos Gomes pertence ao Centro Universitário Adventista de São Paulo – UNASP Campus São Paulo. Possui esse nome desde 1941 e ao longo de sua existência já participou de eventos nacionais e internacionais, tanto com a música erudita como com o repertório sacro tradicional e contemporâneo. Atualmente, possui cerca de 80 coristas pertencentes à comunidade acadêmica religiosa do UNASP SP.
Nome do Maestro ou Maestrina: Wanderson Paiva
Currículo do maestro / maestrina: Wanderson Paiva é formado em Teologia, Música (Bacharel em Trompete) e Psicologia. Aos 15 anos, em 1981, foi maestro do Coral Infato Juvenil do Instituto Adventista São Paulo em Hortolândia-SP. De 1985 a 1989 foi maestro da Banda da Academia Adventista de Arte em São Paulo e, em 1990, fundou um Coral de Adolecentes na mesma instituição. De 1991 a 1995 foi diretor da escola de música e maestro do Coral Jovem do Instituto Adventista Paranaense, instituição localizada no município de Ivatuba, próximo a Maringá-PR. De 1996 a julho de 2003, foi diretor da escola de música e maestro do Coral Jovem do Instituto Adventista Cruzeiro do Sul, em Taquara-RS. De agosto de 2003 a julho de 2019, foi diretor da escola de música e maestro do Coral Jovem do Instituto Adventista São Paulo e do Grupo Tom de Vida em Hortolândia-SP. Nos anos de 1988 e 1989 foi bolsista do Coral do Estado de São Paulo, sob a regência de Martha Herr. É compositor de vários hinos e músicas religiosas para coral.
Cidade: São Paulo-SP

Grupo Vocal VoxMontes
Histórico do Grupo: O Grupo vocal VoxMontes foi criado em 2022, pela professora Mel Callado, dentro do Projeto de Extensão Coral Universitário Clarice Sarmento. O grupo possui como integrantes alunos e jovens cantores da comunidade montes-clarense. Os arranjos cantados pelo grupo são do grupo americano Pentatonix, adaptados para este grupo em suas várias composições. O grupo já participou de Encontros de Corais em Montes Claros, do Psiu poético e fez diversas apresentações no campus da Unimontes em Montes Claros.
Nome do Maestro ou Maestrina: Maria Amélia Castilho Feitosa Callado
Currículo do maestro / maestrina: Mel Callado é professora titular da Universidade Estadual de Montes Claros, regente do Coral Universitário Clarice Sarmento e coordenadora e cantora do Grupo Vocal Vox Montes. Mel é integrante do Grupo Lírico Bezzi, do Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernândez.
Cidade: Montes Claros-MG

Coral Evangélico de Belo Horizonte
Histórico do Grupo: O Coral Evangélico de Belo Horizonte surgiu em 2015 a partir de um encontro de velhos amigos que tinham em comum a fé e o Canto Coral. O CEBH é um coral interdenominacional, ou seja, fazem parte dele, coristas filiados a diversas denominações evangélicas. Ao longo destes 9 anos, tem se apresentado em Igrejas, presídios, praças, casas de recuperação, lar de idosos e casas de apoio a doentes. Realizou também várias cantatas, dentre elas, Maior Amor e Breve Ele volta, ambas do compositor John Peterson. O Coral é dirigido pelo regente Ramiro Souza e pela pianista Miriam Bastos.
Nome do Maestro ou Maestrina: Márcia Beatriz Silva de Azevedo
Currículo do maestro / maestrina: Bacharel em Canto pela Universidade Federal de Minas Gerais. Como solista, participou de várias montagens de óperas na Fundação Clóvis Salgado – Palácio das Artes, e no Teatro da Paz em Belém, tais como: Il Barbieri de Siviglia, Turandot, O Guarani, Cosi Fan Tutti, As Bodas de Fígaro, e La Traviata. Atuou os durante muitos anos como corista do Coral Lírico de Minas Gerais. Em seu currículum consta ainda a medalha de Honra ao mérito artístico, “Rômulo Paes” pela Câmara Municipal de Belo Horizonte.
Cidade: Belo Horizonte

PetroCoral
Histórico do Grupo: Anteriormente conhecido como Coral da Petrobrás, com mais de 50 anos de existência, desde julho de 2018 é mantido pelo SindiPetro-MG, momento no qual passou a se chamar PetroCoral.
Seu repertório vai do popular ao erudito, contando com cerca de 38 cantores. É regido pelo Maestro Judson Freitas e é acompanhado ao piano por Carlos Átila.
Nome do Maestro ou Maestrina: Judson Freitas
Currículo do maestro / maestrina: Judson Freitas é formado em Psicologia (1993), em Psicopedagogia (2002) e em Canto (2006). Desde 1995 é cantor concursado do Coral Lírico de Minas Gerais. Teve aulas de regência com o Maestro Márcio Miranda Pontes.
Reje o PetroCoral desde março de 2019.
Cidade: Belo Horizonte

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Coral Ensaio Aberto

A ideia do Coral Ensaio Aberto de Belo Horizonte surgiu há 12 anos, durante a realização do Dia de Minas realizado pela primeira vez em Belo Horizonte na Praça da Liberdade. A pedido do governo do estado, formou-se o Coral Cantos de Minas, que participaria então de eventos promovidos pelo maestro Lindomar Gomes. Os participantes são integrantes de diversos corais da região metropolitana de Belo Horizonte, praticando o canto coral de forma festiva e sublime. Os ensaios ocorrem aos sábados de 11h às 12h no Salão da Igreja São José em BH.

Lindomar Gomes

O Maestro Lindomar Gomes é formado em Canto, Canto Gregoriano e Regência Coral, pela Fundação Clóvis Salgado (Palácio das Artes). Técnico em Cultura da Secretaria de Estado de Cultura, é formado também em Arte educação pela UEMG e Planejamento e Gestão Cultural pela PUC Minas. Maestro do Coral Ensaio Aberto, desenvolve um projeto de resgate do Canto Coral voltado para composições brasileiras. Atuou em atividades corais na Argentina, Cuba, Itália e Venezuela. É o idealizador e coordenador do Festival Internacional de Corais & Bandas. Recebeu do Santuário Nossa Senhora da Piedade, a medalha comemorativa dos 250 anos e do governo de Minas a Medalha Tiradentes, pelos relevantes serviços em prol da Cultura Mineira, além das medalhas Peter Lung, de Lagoa Santa, 70 anos do Museu da Inconfidência Carlos Gomes de São Paulo e Villa Lobos, de Itabira.

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